Caiu no golpe do PIX? Ação imediata quando cada minuto conta.

Em muitos casos, o banco tem responsabilidade objetiva pela fraude. Organizamos a prova, conduzimos o procedimento com firmeza e buscamos o ressarcimento pela via adequada.

Falar com o advogado
Análise preliminar sem compromisso

Variações do golpe são muitas. O padrão é um só.

Em todos os casos, o criminoso cria uma situação de pressão, explora uma falha de segurança ou induz a vítima a autorizar uma transação. Os três cenários mais comuns no escritório:

01 · Contato falso

Golpe da falsa central

Ligação ou mensagem se passando por funcionário do banco, alegando movimentação suspeita ou necessidade de atualização cadastral. A vítima é orientada a fazer um PIX "de validação" ou fornece credenciais de acesso.

02 · Conta invadida

Acesso não autorizado

O criminoso obtém acesso à conta por phishing, clonagem de número (troca fraudulenta do chip de celular), ou vulnerabilidade do aplicativo. PIX é realizado sem autorização ou conhecimento da vítima, frequentemente em horário atípico e para beneficiário desconhecido.

03 · Induzimento

Falso intermediário

Contato se passando por empresa, parente ou conhecido solicita transferência para uma conta fraudulenta. A vítima acredita estar pagando um serviço legítimo, uma dívida, ou ajudando um familiar.

Caso concreto?

Prova bem conservada é tese defensável.

Registros do aplicativo, horários exatos, tentativas de contato com o banco e boletim de ocorrência formam a base técnica da ação. Quanto mais cedo a documentação é estruturada, mais completa a reconstituição.

Iniciar análise do caso

Método, prova e condução firme.

Cada caso tem particularidades. Nosso processo é o mesmo: reconstituir o fato com precisão, reunir documentação técnica e avançar pelo caminho que traga maior chance de ressarcimento.

01 Reconstituição

Análise técnica do ocorrido

Reconstruímos a cronologia: horário da transação, dispositivo usado, tentativa de contato pelo canal oficial do banco, comunicação com a vítima. Essa análise define se há responsabilidade objetiva da instituição financeira e qual a tese mais adequada.

02 Prova documental

Construção da base probatória

Reunimos extratos, capturas do aplicativo, registros de tentativas de contato, boletim de ocorrência, e eventuais comunicações com o fraudador. A qualidade da prova produzida nos primeiros dias é determinante para o desfecho da ação.

03 Notificação

Comunicação formal ao banco

Antes da via judicial, encaminhamos notificação extrajudicial detalhada à instituição, expondo a tese e o pedido de ressarcimento. Em parte significativa dos casos, a solução acontece nesta etapa — sem necessidade de ação judicial.

04 Ação judicial

Condução do processo, se necessário

Quando a via administrativa não resolve, ingressamos com ação de reparação, com pedido de tutela de urgência quando cabível. Acompanhamento integral do processo com comunicação semanal sobre o andamento.

Os alvos mais comuns deste tipo de golpe.

Padrões que se repetem nos casos que chegam ao escritório — e que frequentemente revelam falha da instituição financeira no dever de segurança.

Padrão 01

Correntista pessoa física

Vítima de golpe por contato telefônico ou mensagem falsa, em valores entre R$ 500 e R$ 50.000. Banco inicialmente se recusa a ressarcir alegando que a vítima "autorizou" a transação.

Padrão 02

Conta acessada por fraudador

Acesso não autorizado via phishing, clonagem de número (troca fraudulenta do chip) ou vulnerabilidade do aplicativo. PIX disparado sem conhecimento do titular, em horário atípico, para beneficiário desconhecido.

Padrão 03

Pequeno empresário

Empresas que perderam valores em transferências fraudulentas ou tiveram conta invadida. Casos com impacto direto no fluxo de caixa, exigindo condução ágil para minimizar dano adicional.

O que dizem nossos clientes.

4,9 · 36 avaliações no Google Maps

Dr. Mateus Freire fez um trabalho incrível ao lidar com o inventário de meu pai. Dedicação e agilidade foram fundamentais pra resolvermos logo, sem pagar multa. Estavamos com o prazo em cima. Sempre disponível pra responder nossas perguntas e sempre nos manteve atualizados sobre o progresso do caso. Muita gratidão pelo apoio e competência durante esse período difícil e fica minha recomendação para qualquer um precisando de um advogado confiável pra tratar de questões de inventário.

Mateus cuidou do processo de inventário após o falecimento do meu pai. Recebeu prontamente eu e minha família, sanou todas as nossas dúvidas com um atendimento sempre prestativo. O processo foi ágil e tivemos todo o suporte durante a jornada. Muito obrigado por tudo Mateus.

Diante de todos os percalços para se comprar um imóvel em São Paulo, minha melhor escolha foi contratar o Dr. Mateus para nos orientar e proteger nossos interesses nesse momento. Excelente investimento para sabermos onde estávamos pisando. O Dr. Mateus sempre agiu de maneira extremamente solícita e profissional, ajudou com todos os documentos necessários, negociações, assinatura dos contratos e cálculo de taxas. Sempre paciente e compreensivo. Recomendo 100% e caso precise novamente em alguma questão dentro da área de ação dele, sem dúvidas é o profissional que buscarei.

O que você precisa saber antes de procurar um advogado.

Formalmente, o prazo prescricional para ação de reparação contra instituição financeira é de cinco anos. Mas a qualidade da prova depende de tempo. Registros do aplicativo, mensagens, capturas, podem ser perdidos com o passar dos dias ou sobrescritos pelo próprio celular. Quanto antes você procura orientação, mais completa fica a base probatória.
Sim, é recomendado. O boletim de ocorrência é elemento probatório importante, ainda que não seja requisito absoluto. Se ainda não registrou, pode ser feito a qualquer momento — inclusive online, via delegacia eletrônica. A ausência do BO pode ser questionada pelo banco na fase de defesa, mas a documentação do caso pode ser suprida por outros meios.
Não existe garantia de resultado — a advocacia é ciência humana, não exata. Mas existem teses consolidadas no STJ que reconhecem responsabilidade objetiva dos bancos em fraudes envolvendo falhas de segurança do sistema. A análise técnica do caso específico é o que determina a viabilidade real: alguns casos têm alta probabilidade de êxito, outros não. Seremos transparentes desde a análise inicial.
Frequentemente sim. A posição inicial do banco — atribuir culpa à vítima — é padrão de defesa administrativa, mas não corresponde ao entendimento consolidado dos tribunais. A jurisprudência do STJ reconhece que golpes sofisticados envolvem falha no dever de segurança da instituição, o que caracteriza fortuito interno e responsabilidade objetiva. Cada caso é avaliado, mas a defesa padrão do banco raramente é a palavra final.
Para a análise inicial, é suficiente uma descrição clara do ocorrido e os comprovantes da transação fraudulenta (extrato, capturas do aplicativo). Ao longo da condução do caso, outros documentos podem ser necessários — boletim de ocorrência, protocolos de contato com o banco, eventuais comunicações com o fraudador. Fornecemos um checklist específico após a análise preliminar.
A análise inicial do caso é sem compromisso. Os honorários da eventual atuação são discutidos transparentemente antes da contratação, com proposta escrita contendo escopo, prazos e valores. Não trabalhamos com surpresas de custo no meio do processo.
Próximo passo

Conte o que aconteceu. Indicamos o caminho.

Atendimento rápido pelo WhatsApp. Análise preliminar sem compromisso. Se houver caso, construímos a tese. Se não houver, dizemos com clareza.

Falar pelo WhatsApp