Caiu no golpe do PIX? Como tentar reaver o dinheiro.
Em muitos casos, o banco responde pela fraude, mesmo quando diz que a culpa foi sua. Conte o que aconteceu: organizamos as provas e pedimos o ressarcimento, primeiro ao próprio banco e, se preciso, na Justiça.
Falar com o escritório (abre em nova aba)Os golpes variam, mas seguem o mesmo padrão.
Em todos eles, o criminoso cria uma situação de pressão, explora uma falha de segurança ou leva a vítima a autorizar uma transação. Estes são os três cenários mais comuns no escritório:
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Golpe da falsa central
Alguém liga ou manda mensagem dizendo ser funcionário do banco e fala em movimentação suspeita ou em atualização de cadastro. Você é orientado a fazer um PIX "de validação" ou acaba informando seus dados de acesso.
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Alguém entrou na sua conta
O criminoso entra na conta por phishing (mensagem ou página falsa que captura a senha), clonagem do número (troca fraudulenta do chip do celular) ou falha do aplicativo. O PIX sai sem que você autorize ou saiba, muitas vezes em horário incomum e para um desconhecido.
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Falso parente ou falsa empresa
Alguém se passa por uma empresa, um parente ou um conhecido e pede uma transferência para uma conta fraudulenta. Você faz o PIX acreditando que paga um serviço legítimo, quita uma dívida ou ajuda um familiar.
Prova bem guardada sustenta o seu pedido.
Registros do aplicativo, horários exatos, tentativas de contato com o banco e boletim de ocorrência são a base da ação. Quanto mais cedo esses documentos são organizados, mais completa fica a reconstituição do golpe.
Como conduzimos o seu caso, passo a passo.
Os detalhes mudam de um caso para outro, mas o caminho é o mesmo. Reconstituímos o que aconteceu, reunimos os documentos e seguimos pela via com maior chance de ressarcimento.
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Reconstituição Entendemos o que aconteceu
Montamos a cronologia: horário da transação, aparelho usado, tentativa de contato pelo canal oficial do banco e comunicações com você. Essa análise mostra se o banco responde pela fraude independentemente de culpa e qual é a tese mais adequada.
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Provas Reunimos as provas
Juntamos extratos, capturas de tela do aplicativo, registros das tentativas de contato, o boletim de ocorrência e, se houver, as conversas com o golpista. A qualidade da prova reunida nos primeiros dias é decisiva para o desfecho da ação.
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Notificação Notificamos o banco por escrito
Antes de ir à Justiça, enviamos ao banco uma notificação extrajudicial detalhada, com a tese e o pedido de ressarcimento. Em parte dos casos, a solução vem nesta etapa, sem necessidade de ação judicial.
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Ação judicial Entramos com a ação, se for necessário
Se a notificação não resolve, entramos com ação de reparação e, quando cabível, pedimos tutela de urgência, uma decisão provisória do juiz. Acompanhamos o processo inteiro, com comunicação semanal sobre o andamento.
Quem mais sofre esse tipo de golpe.
São padrões que se repetem nos casos que chegam ao escritório e que podem revelar falha do banco no dever de segurança.
- Padrão 01
Pessoa física, cliente do banco
Você recebeu uma ligação ou mensagem falsa e fez um PIX para o golpista. De início, o banco se recusa a ressarcir e alega que foi você quem "autorizou" a transação.
- Padrão 02
Titular de conta invadida
O golpista entrou na sua conta por phishing, clonagem do número (troca fraudulenta do chip) ou falha do aplicativo. O PIX saiu sem que você soubesse, em horário incomum, para um desconhecido.
- Padrão 03
Pequeno empresário
Sua empresa perdeu dinheiro em transferências fraudulentas ou teve a conta invadida. O prejuízo atinge diretamente o fluxo de caixa, e o caso pede condução ágil para reduzir novos danos.
O que nossos clientes dizem.
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Entrei em contato com o Dr Mateus na semana passada e agendamos para a mesma semana. Foi meu primeiro contato com um profissional para tratar sobre regularização de imóvel. Afirmo que ele me deu uma aula, e com maestria, transformando um assunto de extrema complexidade (no Brasil) em algo possível de ser entendido. Certamente solicitarei seu serviço.
Leia Barros 2 anos atrás Ver no Google a avaliação de Leia Barros (abre em nova aba)
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Mateus cuidou do processo de inventário após o falecimento do meu pai. Recebeu prontamente eu e minha família, sanou todas as nossas dúvidas com um atendimento sempre prestativo. O processo foi ágil e tivemos todo o suporte durante a jornada. Muito obrigado por tudo Mateus.
Vinícius Nascimento 2 anos atrás Ver no Google a avaliação de Vinícius Nascimento (abre em nova aba)
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Dr. Mateus Freire fez um trabalho incrível ao lidar com o inventário de meu pai. Dedicação e agilidade foram fundamentais pra resolvermos logo, sem pagar multa. Estavamos com o prazo em cima. Sempre disponível pra responder nossas perguntas e sempre nos manteve atualizados sobre o progresso do caso. Muita gratidão pelo apoio e competência durante esse período difícil e fica minha recomendação para qualquer um precisando de um advogado confiável pra tratar de questões de inventário.
Larissa Santos 3 anos atrás Ver no Google a avaliação de Larissa Santos (abre em nova aba)
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Dr Mateus é extremamente competente, atencioso e assertivo. Excelente profissional e sempre nos deixa a par de tudo o que está acontecendo no processo. Indico de olhos fechados. Obrigada pela atenção com nossa família! 😊
Luciane Siqueira 2 anos atrás Ver no Google a avaliação de Luciane Siqueira (abre em nova aba)
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Diante de todos os percalços para se comprar um imóvel em São Paulo, minha melhor escolha foi contratar o Dr. Mateus para nos orientar e proteger nossos interesses nesse momento. Excelente investimento para sabermos onde estávamos pisando. O Dr. Mateus sempre agiu de maneira extremamente solícita e profissional, ajudou com todos os documentos necessários, negociações, assinatura dos contratos e cálculo de taxas. Sempre paciente e compreensivo. Recomendo 100% e caso precise novamente em alguma questão dentro da área de ação dele, sem dúvidas é o profissional que buscarei.
D Pimentel um ano atrás Ver no Google a avaliação de D Pimentel (abre em nova aba)
Antes do primeiro contato.
Quanto tempo tenho para procurar um advogado depois do golpe?
Formalmente, cinco anos: é o prazo de prescrição do Código de Defesa do Consumidor (art. 27) para a ação de reparação contra o banco, contado de quando você soube do dano e de quem o causou. Já o pedido de devolução pelo Mecanismo Especial de Devolução (MED), do Banco Central, é feito ao seu próprio banco e tem prazo bem menor, contado da data do PIX. E a prova não dura tanto. Registros do aplicativo, mensagens e capturas de tela podem se perder com o passar dos dias ou ser sobrescritos pelo próprio celular. Quanto antes você buscar orientação, mais completo fica o conjunto de provas.
Preciso fazer boletim de ocorrência do golpe do PIX?
Sim, é recomendado. O boletim de ocorrência é uma prova importante, embora não seja requisito absoluto. Se você ainda não registrou, pode fazer isso a qualquer momento, inclusive pela internet, na delegacia eletrônica. O banco pode questionar a falta do boletim ao se defender, mas a documentação do caso pode ser completada por outros meios.
Qual é a chance de recuperar o dinheiro do golpe do PIX?
Depende do caso, e não existe garantia de resultado. O STJ, o Superior Tribunal de Justiça, tem entendimento firmado na Súmula 479: o banco responde, independentemente de culpa, por fraudes ligadas ao risco da própria atividade. Quando foi você quem fez o PIX, enganado pelo golpista, as decisões variam: o banco responde se ficar demonstrada falha de segurança, como deixar passar transações fora do seu perfil, e pode ficar isento se essa falha não aparecer. A viabilidade aparece na análise do seu caso: alguns têm boa chance de êxito, outros não. Dizemos isso com transparência desde a análise inicial.
O banco disse que a culpa foi minha. Ainda tenho direito ao ressarcimento?
Em muitos casos, sim. Atribuir a culpa à vítima é a primeira resposta padrão dos bancos, mas ela não encerra a questão. Há decisões do STJ que reconhecem falha no dever de segurança quando o banco deixa passar transações que fogem do perfil do cliente. Nesses casos, a fraude é tratada como fortuito interno, um risco da própria atividade bancária, e o banco responde independentemente de culpa. Há também decisões que isentam o banco quando a própria vítima fez a transferência e nenhuma falha fica demonstrada. Por isso avaliamos cada situação antes de dizer se há caso.
Quais documentos preciso levar na primeira consulta?
Para a análise inicial, bastam um relato claro do que aconteceu e os comprovantes da transação fraudulenta (extrato e capturas de tela do aplicativo). Ao longo do caso, outros documentos podem ser necessários, como o boletim de ocorrência, os protocolos de contato com o banco e eventuais conversas com o golpista. Enviamos uma lista específica depois da análise preliminar.
Quanto custa contratar um advogado para golpe do PIX?
Os honorários são combinados antes da contratação, em proposta escrita com escopo, prazos e valores. Custas e despesas do processo, quando houver, são informadas antes, fase a fase.